You have changed my life
With you everything is bright!
The ladies are pretty
The guys are all fit
I can dance like Michael
Feel the beat on my feet
First shot: Let's scream loud
And get one more down!
The second ist great.
But bring more, its late!
The third are how awsome
Te Quila, Te amo.
Ich spreche jetzt Deutsch,
Français, Português,
Alles ist sehr easy.
When you're a bit tispy.
Four, five, six or seven?
I guess I lost count
I just know my head
Is spinnig around!
I sleep on a matress
Wake up on a chair
Are those my lips hurting?
Is that a scratched knee?
What the fuck is passiert?
I guess I won't know
I only have fotos
But josé knows it all.
By: Daniela Ochoa, Emille Reckia and Daniel Campaner
Em construção... data de finalização: Não definida. *geralmente procuro escrever coisas aleatórias, tipo momento de tristeza, felicidade, o que acontece no colegio... nao sigo uma linha de pensamento.* (Se você está procurando um Blog com perfeição, é melhor sair daqui. Não escrevo com toda formalidade e muito menos com esses pontos, vírgulas e etc.) - Se for possível, clique nesses anúncios de produtos, propagandas. É so clicar e fechar.. daí eu ganho dinheiro :) -
terça-feira, 3 de abril de 2012
Meus primeiros cinco meses
Começando escrever ouvindo They don't care about us - Michael Jackson. Esse post eu escrevi no meu caderno -como quase todos- e agora estou passando pro blog.
"Eu deveria estar na aula de espanhol, mas não estou. E se eu estivesse dormindo seria ótimo, mas a realidade é que já acordei faz tempo e estou matando aula sozinho aqui, sentado, vendo alunos com pressa passarem e ouvindo um idioma nada confortável aos ouvidos. A questão de começar escrever não é essa. Falar sobre pessoas do colégio e seus costumes. A questão é que parei pra pensar sobre meu intercâmbio. Me perguntei "Será que eu voltaria embora agora e feliz?". Acho que se estivesse terminando agora em janeiro eu iria estar muito satisfeito. Estou aqui há quase cinco meses e tenho inúmeras histórias para contar. Coisas que seriam impossíveis de se acreditar caso não fosse eu o autor da obra. Eu não me lembro com exatidão de todos que conheci, tudo que vivi e as coisas que cheguei a falar e pensar também. Mas eu lembro de muita coisa. Como se meu cérebro tivesse criado uma repartição, e dentro dessa repartição reservada para o intercâmbio, outras sub-divisões com a única função de me ajudar a preservar esses momentos. E então, aqui nesse corredor, sozinho e morrendo de sono eu resolvi escrever os meus pensamentos -e meu caderno está cheio já-.
O primeiro mês foi aquele que me senti um organismo diferente tentando ser reconhecido pelo meio. Foi o mês do meu aniversário também - dando ênfase no MEU aniversário ^^ -. Não reclamo, foi bom. Mês das férias, verão, e mês em que vi o primeiro esquilo da minha vida. Bixo, esquilo não é bonito como nos filmes. Tudo bem que fiquei feliz e em estado de choque, mas agora ja é normal, mesmo visto somente 5 ou 6 até hoje. Esse primeiro mês foi legal. Teve muitas outras coisas para contar, mas não vem ao caso.
O segundo mês foi o mês do Renascimento, renovação, amizade e de certeza. O segundo mês foi o mês que encontrei minha família intercambista. Família é uma palavra forte que designamos muitas vezes quando há amor, companheirismo, amizade e outras coisas bonitas. Quando há contato por um longo tempo ou quando o amor uni. Talvez familia seja isso.. comido, com a gente, os intercambistas, os brasucas, colombianita e outros foi algo assim. PÁ PUM! Amor a primeira vista. Nos encontramos na primeira reunião oficial do Rotary. EU nunca tinha visto ninguém lá e confesso também não saber o nome de quase ninguém. Sem palavras para expressar... Sem brigas, só amizade, proteção, etc. O segundo mês meio que se resumiu nisso.
O terceiro foi de festas. Tudo bem, todos até agora tiveram festas, balada e tal, mas o que importa até agora foi o mês MASTER de festas. Berlin, Deutschland Reisen... Até hoje me pergunto: Caramba, o que foi aquilo? Hey, Alexander Platz, você tá vivo? haha .. sem mais. O terceiro Mês foi foda. Só mais uma coisinha.. teve até polícia. Só nao me pergunta PORQUE!
Deixando de lado a importância de cada momento aqui nessa coisa de louco, o 4º mês foi aquele em que todos caíram na real. Alguns mais cedo, outros mais tarde e até mesmo aqueles que não tiveram isso até hoje tipo a Victória Cunha (Brinks amor, te amo!). Muitos mudando de família, novos sentimentos descobertos, natal, ano novo... conflito interno e a dúvida. Desistir ou continuar? O que vão pensar de mim se eu voltar antes da metade disso tudo? mas a família intercambista existe para te apoiar, como eu disse, renovar! O tempo passa e você acaba acostumando, entra na rotina, começa amar isso tudo mesmo não sendo tão bom como a nossa verdadeira casa. Quarto mês é dífil, mas ele passa...
Não sei se algum dia na sua vida você já se perguntou "porque isso?", mas isso é algo frequente aqui na nova vida. No Quinto mês eu pude perceber o quão forte eu sou e como intercambistas são parecidos. Não importa sua idade, cor, nacionalidade e o país que está morando, sempre seremos os mesmos. Vivemos pelo prazer de fazer as coisas pela intensidade dela. Concluindo mais um.. =)
Quase três semanas após começar a escrever esse texto hoje eu terminei. Nessas 3 semanas tive muitas coisas novas para contar e se completou o meu 5º mês. Agora estou no 6. Vamos ver no que vai dar esse novato..
É. Preciso atualizar um pouco isso. Parei de escrever no quinto mes, comecinho do sexto. Hoje estou no oitavo mês, já mudei de familia e tudo mais. Mas em breve.. em breve!
"Eu deveria estar na aula de espanhol, mas não estou. E se eu estivesse dormindo seria ótimo, mas a realidade é que já acordei faz tempo e estou matando aula sozinho aqui, sentado, vendo alunos com pressa passarem e ouvindo um idioma nada confortável aos ouvidos. A questão de começar escrever não é essa. Falar sobre pessoas do colégio e seus costumes. A questão é que parei pra pensar sobre meu intercâmbio. Me perguntei "Será que eu voltaria embora agora e feliz?". Acho que se estivesse terminando agora em janeiro eu iria estar muito satisfeito. Estou aqui há quase cinco meses e tenho inúmeras histórias para contar. Coisas que seriam impossíveis de se acreditar caso não fosse eu o autor da obra. Eu não me lembro com exatidão de todos que conheci, tudo que vivi e as coisas que cheguei a falar e pensar também. Mas eu lembro de muita coisa. Como se meu cérebro tivesse criado uma repartição, e dentro dessa repartição reservada para o intercâmbio, outras sub-divisões com a única função de me ajudar a preservar esses momentos. E então, aqui nesse corredor, sozinho e morrendo de sono eu resolvi escrever os meus pensamentos -e meu caderno está cheio já-.
O primeiro mês foi aquele que me senti um organismo diferente tentando ser reconhecido pelo meio. Foi o mês do meu aniversário também - dando ênfase no MEU aniversário ^^ -. Não reclamo, foi bom. Mês das férias, verão, e mês em que vi o primeiro esquilo da minha vida. Bixo, esquilo não é bonito como nos filmes. Tudo bem que fiquei feliz e em estado de choque, mas agora ja é normal, mesmo visto somente 5 ou 6 até hoje. Esse primeiro mês foi legal. Teve muitas outras coisas para contar, mas não vem ao caso.
O segundo mês foi o mês do Renascimento, renovação, amizade e de certeza. O segundo mês foi o mês que encontrei minha família intercambista. Família é uma palavra forte que designamos muitas vezes quando há amor, companheirismo, amizade e outras coisas bonitas. Quando há contato por um longo tempo ou quando o amor uni. Talvez familia seja isso.. comido, com a gente, os intercambistas, os brasucas, colombianita e outros foi algo assim. PÁ PUM! Amor a primeira vista. Nos encontramos na primeira reunião oficial do Rotary. EU nunca tinha visto ninguém lá e confesso também não saber o nome de quase ninguém. Sem palavras para expressar... Sem brigas, só amizade, proteção, etc. O segundo mês meio que se resumiu nisso.
O terceiro foi de festas. Tudo bem, todos até agora tiveram festas, balada e tal, mas o que importa até agora foi o mês MASTER de festas. Berlin, Deutschland Reisen... Até hoje me pergunto: Caramba, o que foi aquilo? Hey, Alexander Platz, você tá vivo? haha .. sem mais. O terceiro Mês foi foda. Só mais uma coisinha.. teve até polícia. Só nao me pergunta PORQUE!
Deixando de lado a importância de cada momento aqui nessa coisa de louco, o 4º mês foi aquele em que todos caíram na real. Alguns mais cedo, outros mais tarde e até mesmo aqueles que não tiveram isso até hoje tipo a Victória Cunha (Brinks amor, te amo!). Muitos mudando de família, novos sentimentos descobertos, natal, ano novo... conflito interno e a dúvida. Desistir ou continuar? O que vão pensar de mim se eu voltar antes da metade disso tudo? mas a família intercambista existe para te apoiar, como eu disse, renovar! O tempo passa e você acaba acostumando, entra na rotina, começa amar isso tudo mesmo não sendo tão bom como a nossa verdadeira casa. Quarto mês é dífil, mas ele passa...
Não sei se algum dia na sua vida você já se perguntou "porque isso?", mas isso é algo frequente aqui na nova vida. No Quinto mês eu pude perceber o quão forte eu sou e como intercambistas são parecidos. Não importa sua idade, cor, nacionalidade e o país que está morando, sempre seremos os mesmos. Vivemos pelo prazer de fazer as coisas pela intensidade dela. Concluindo mais um.. =)
Quase três semanas após começar a escrever esse texto hoje eu terminei. Nessas 3 semanas tive muitas coisas novas para contar e se completou o meu 5º mês. Agora estou no 6. Vamos ver no que vai dar esse novato..
É. Preciso atualizar um pouco isso. Parei de escrever no quinto mes, comecinho do sexto. Hoje estou no oitavo mês, já mudei de familia e tudo mais. Mas em breve.. em breve!
domingo, 4 de março de 2012
Muitas vezes nos deparamos com situações que nos dão medo ou com outras que achamos que acontecem só na família do lado e em filmes. Que se muitas vezes nós fôssemos de ferro e imunes a dores e aquilo que nos amedronta a vida seria mais fácil. Gostaria que isso fosse tudo verdade. Na realidade é um pouco verdade, mas tudo tem sua exceção.
É triste receber uma notícia ruim e não saber o que fazer. Acreditar e ter fé em alguma coisa, não propriamente Deus, mas acreditar que algo muito forte e milagroso existe e vai te ajudar. Estar preparado. Reagir. Até onde aguentar? Dúvidas surgem e os caminhos que até então eram poucos se multiplicam e você passa a enxergar aquilo além do que realmente existe(?). Depositar toda sua fé em algo que você queira muito que não aconteça e saber que você falhou. Aconteceu. Pouca fé? FÉ??? ... e agora? Devo eu continuar na mesma sem ter a certeza de que próximo passo terá resultado positivo, mas ter a tal da fé ou jogar tudo pra cima e o que tiver que ser, será? Deus!! Eu te amo tanto e ao mesmo tempo tenho tantas dúvidas. Seria mais fácil ter uma resposta concreta. Você está bravo comigo? Desculpas resolvem? Você fica bravo com alguém? porque todos dizem que não... medo. Não sou perfeito. Não queria pecar pedindo sua ajuda só nos momentos em que preciso. Eu sei que você me entende. Tenho certeza que não sei explicar com exatidão o que tá acontecendo dentro do meu coração, mas você sabe. Me ajuda? Eu me ajudo? É mais uma prova de resistência? É pra eu ser forte? Dúvidas!
Queria uma ajuda. Queria uma ajuda chamada ponto final. Que tudo isso acabasse e de um jeito bom. Não me refiro ao meu intercambio e a MINHA vida. Quero que cuide da dos outros. Não quero dizer que você já não faça isso bem. Não consigo desenvolver esse raciocínio.. Só não quero que algo ruim aconteça e eu me castigue dizendo que foi falta de fé ou que aconteça e eu pense que foi fé de menos. Sabe? Sim. Eu sei que você sabe.
Obrigado. Queria dizer isso mais vezes. Não para os pequenos gestos terminados com palavras mágicas tipo obrigado, por favor, de nada... mas para pessoas certas que por causa do meu orgulho barato eu acabo deixando isso de lado. Agora, depois de tempo sozinho nesse mundo louco eu percebo. Orgulho foi embora. Logo eu digo... obrigado, te amo e se cuida.
Bom, está tarde e eu preciso dormir. As coisas acontecem assim como a escola. Felizmente.
Uma oração nem sempre é feita de palavras bonitas e combinadas...
AMÉM.
É triste receber uma notícia ruim e não saber o que fazer. Acreditar e ter fé em alguma coisa, não propriamente Deus, mas acreditar que algo muito forte e milagroso existe e vai te ajudar. Estar preparado. Reagir. Até onde aguentar? Dúvidas surgem e os caminhos que até então eram poucos se multiplicam e você passa a enxergar aquilo além do que realmente existe(?). Depositar toda sua fé em algo que você queira muito que não aconteça e saber que você falhou. Aconteceu. Pouca fé? FÉ??? ... e agora? Devo eu continuar na mesma sem ter a certeza de que próximo passo terá resultado positivo, mas ter a tal da fé ou jogar tudo pra cima e o que tiver que ser, será? Deus!! Eu te amo tanto e ao mesmo tempo tenho tantas dúvidas. Seria mais fácil ter uma resposta concreta. Você está bravo comigo? Desculpas resolvem? Você fica bravo com alguém? porque todos dizem que não... medo. Não sou perfeito. Não queria pecar pedindo sua ajuda só nos momentos em que preciso. Eu sei que você me entende. Tenho certeza que não sei explicar com exatidão o que tá acontecendo dentro do meu coração, mas você sabe. Me ajuda? Eu me ajudo? É mais uma prova de resistência? É pra eu ser forte? Dúvidas!
Queria uma ajuda. Queria uma ajuda chamada ponto final. Que tudo isso acabasse e de um jeito bom. Não me refiro ao meu intercambio e a MINHA vida. Quero que cuide da dos outros. Não quero dizer que você já não faça isso bem. Não consigo desenvolver esse raciocínio.. Só não quero que algo ruim aconteça e eu me castigue dizendo que foi falta de fé ou que aconteça e eu pense que foi fé de menos. Sabe? Sim. Eu sei que você sabe.
Obrigado. Queria dizer isso mais vezes. Não para os pequenos gestos terminados com palavras mágicas tipo obrigado, por favor, de nada... mas para pessoas certas que por causa do meu orgulho barato eu acabo deixando isso de lado. Agora, depois de tempo sozinho nesse mundo louco eu percebo. Orgulho foi embora. Logo eu digo... obrigado, te amo e se cuida.
Bom, está tarde e eu preciso dormir. As coisas acontecem assim como a escola. Felizmente.
Uma oração nem sempre é feita de palavras bonitas e combinadas...
AMÉM.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Nao consigo entender
Hoje estou com meu lado ''saudades do Brasil'' mais sensível. É tão difícel essa realidade. Não reclamo de estar aqui. Meu sonho, digo e repito, sempre foi ser um intercambista. Alemanha sempre foi um país bem falado mundo a fora independentemente do seu passado. Combinação perfeita essa, né? Intercambista na Alemanha... pois bem, essa não é uma combinação nada boa. Pelo menos eu pensei que seria,
todos pensaram e aqui estamos todos gostando, mas reclamando também. Muitos podem usar a frase de "melhor ano da minha vida" só que mais uma vez eu não fiz a escolha certa. Não disse que me arrependi e que não estou aproveitando essa ótima oportunidade, mas também acho que não estou aproveitando como provavelmente aproveitaria em outro país. Pode ser que seja falta de esforço da minha parte, mas estou cheio de correr atrás de gente estranha. Eu não acreditava muito quando ouvia alguém dizer que alemães são gelados, e na verdade, nunca compreendi ao certo o que essa expressão significa. Hoje eu sei o que é isso e eu confirmo. Estou aqui há 5 meses e tenho o mínimo contato com eles. Porque eu não quero? Não, eu até quero. Mas é tão difícil e exaustivo chegar em uma pessoa pra conversar e ela te olhar com cara de susto, medo, a expressão facial mudar para uma coisa sem descrição, porque até então eu nunca tinha visto isso na vida. Perceber que todos te olham de cima em baixo. Algumas vezes temos sorte de receber uma resposta, curta, mas não deixa de ser uma resposta e isso, acredite ou não, é um motivo de felicidade. No Brasil isso seria normal, algo que passa despercebido e que agora eu vejo o quão ruim é tentar e não conseguir, perguntar e ser respondido de uma forma que te faz sentir um lixo, ser olhado, reparado, chegar num lugar e todos se calarem... Eu me pergunto todos os dias '' O que estou fazendo aqui? " e pra mim não faz mais sentido. Ontem (11.01.12) aconteceu uma coisa muito ruim e eu vi, eu estava lá. Sou a prova de que a minha amiga foi super simpática com uma garota do colégio e ela simplesmente foi ignorada como se não existisse. Ah, relaxa, existe gente assim no mundo todo. Claro, eu sei disso mas aqui eu procuro alguém que seja legal e não sem educação. Cultura, ô negócio estranho. Ainda bem que eu tenho a minha e sei que serei bem recebido pelo meu jeito de ser em qualquer parte do mundo, já esses aqui. Infelizmente eu tenho dó. Eta povinho jacú... só lamento. (Tenho mais coisas para escrever. Parei de atualizar meu blog porque os textos se acumularam. Escrevo tudo num caderno agora.)
E é nessa altura do texto que eu percebo que mais um dos desabafos se transforma num texto com um pouco de ódio. É realmente . Não queria que as coisas fossem assim mesmo. Mas tudo passa, até isso passa e, espero eu, sentir falta disso um dia!!!!!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Que voltem as aulas... parte 2
Estou aqui sentado na sala de aula. Como sempre não tenho o que fazer. Ouvir alemão é uma tarefa meio complicada, mas às vezes você consegue entender alguma coisa, como entendi agora pouco. Hoje é Halloween. Não tinha percebido e, por isso, a tristeza voltou. Lembrar dos amigos no Brasil e nesse dia, que talvez seja um dos mais esperado por todas as crianças depois do aniversário, dia das crianças e natal é de cortar o coração. Não to sentindo falta disso porque estou longe, mas porque só agora a ficha caiu mais uma vez e fez perceber que o tempo passa.
Falar sobre o tempo é algo que desespera, não é? Hoje, aqui na Alemanha, com 1/4 do meu ano muito bem aproveitado eu lembro do passado. Tudo passa tão rápido, tudo tão diferente da época que achava ser grande, mas era apenas pura inocência. A diferença de hoje pra ontem é que o tempo passou, eu fiz, errei e acertei também e tudo está guardado a sete chaves por alguém e em algum lugar. Agora eu tenho o poder de decidir. Na verdade eu sempre tive e so agora o tempo me ensinou a usar.
Escrever sobre o tempo, viver contra o tempo e estar no tempo. É quem tem ensina a decidir e não te dá escolhas..
Falar sobre o tempo é algo que desespera, não é? Hoje, aqui na Alemanha, com 1/4 do meu ano muito bem aproveitado eu lembro do passado. Tudo passa tão rápido, tudo tão diferente da época que achava ser grande, mas era apenas pura inocência. A diferença de hoje pra ontem é que o tempo passou, eu fiz, errei e acertei também e tudo está guardado a sete chaves por alguém e em algum lugar. Agora eu tenho o poder de decidir. Na verdade eu sempre tive e so agora o tempo me ensinou a usar.
Escrever sobre o tempo, viver contra o tempo e estar no tempo. É quem tem ensina a decidir e não te dá escolhas..
Que voltem as aulas...
Tem uma menina na minha sala de aula que eu fico muito feliz quando ela não conversa comigo. Não é nada pessoal, mas a voz dela é pior que 50 minutos de aula de música com 20 alunos que não sabem tocar nada. É de tirar a cabeça do lugar. #VidaDeIntercambista
domingo, 30 de outubro de 2011
Planos de intercambistas
O que mais me machuca nisso tudo são os planos feitos para o futuro que muitos sabem que não existe.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Hoje eu estou feliz
Pensa em alguém feliz. Pronto? Tá, beleza. Agora multiplica pelo número que você quiser. Quando terminar, você vai ter uma noção da felicidade que estou sentindo nesse exato momento.
Não tenho uma explicação pra isso do mesmo jeito que não tenho quando estou triste. Apenas vem, acontece, surge aqui dentro. Começa com um formigamento no peito, depois se desenvolve e escolhe o lado. Quando o ambiente é propício, algo bom nasce. A minha felicidade nasce. Quando é ruim, aí você já sabe! Têm dias de luta e os dias de glória. Hoje é a minha vez. A semana talvez pode ser considerada minha.
Em menos de cinco dias eu vou para Berlin. Eu não quero saber o que vou poder fazer ou não. Só o fato de estar junto dos meus amigos, dos intercambistas já motivo suficiente de rir sozinho. Cá estou eu, rindo.
Nada de útil também para contar. Os acontecimentos acumulam, me sobrecarregam e não há como descreve-lôs decentemente. Quando eu tiver alguma outra coisa para ser compartilhada, eu volto! Só relembrando: Hoje eu to feliz! Ninguém consegue tirar isso de mim. Ninguém!
Tchau!
Não tenho uma explicação pra isso do mesmo jeito que não tenho quando estou triste. Apenas vem, acontece, surge aqui dentro. Começa com um formigamento no peito, depois se desenvolve e escolhe o lado. Quando o ambiente é propício, algo bom nasce. A minha felicidade nasce. Quando é ruim, aí você já sabe! Têm dias de luta e os dias de glória. Hoje é a minha vez. A semana talvez pode ser considerada minha.
Em menos de cinco dias eu vou para Berlin. Eu não quero saber o que vou poder fazer ou não. Só o fato de estar junto dos meus amigos, dos intercambistas já motivo suficiente de rir sozinho. Cá estou eu, rindo.
Nada de útil também para contar. Os acontecimentos acumulam, me sobrecarregam e não há como descreve-lôs decentemente. Quando eu tiver alguma outra coisa para ser compartilhada, eu volto! Só relembrando: Hoje eu to feliz! Ninguém consegue tirar isso de mim. Ninguém!
Tchau!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
O outono chegou
Uma tarde normal, um frio "normal" e tudo parecia normal. Eu estava indo para o treino de futebol com a Emille. No caminho para o campo tem um trecho que eu sempre falo quando passo "No inverno essas árvores não terão folhas e vão ficar com neve. Quero muito ver!!" Não precisou chegar no inverno para elas ficarem sem folhas, é claro. É no outono que a paisagem muda e se adapta para a próxima estação. O caminho é bem diferente. São árvores dos dois lados da rua, como se fosse um túnel. Hoje elas estavam paladas e no alto, no meio, aonde os galhos se encontram unindo todas numa só, tinha uma enorme e cheia lua. Ela estava linda, fora do comum. O céu no tom azul roxeado e com um risco da fumaça de um jatinho cortando o céu bem ao lado da lua e refletindo a cor do pôr-do-sol laranjado meio rosa. Não precisei ir muito longe para ver uma das cenas mais belas da minha vida. Só precisei estar no lugar certo e na hora certa! Espero que amanha seja igual, ou, pelo menos parecido. Não gosto de andar com a câmera sempre em mãos, mas quando não estou com ela me arrependo... infelizmente não tenho fotos. Mas agora sim, o outono chegou de vez!
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Saudades de um Intercambista.
Oi, neste momento não é o Luiz Daniel Campaner que esta escrevendo aqui. Prazer, meu nome? Edmara Correia. Sou esta que esta no meio, na foto acima. Venho por meio deste escrever e descrever o quanto esse bobo, que esta abraçado comigo, chamado por mim carinhosamente de Dan, Dani, Campaner e outros apelidos mais que provavelmente ele não gostaria que eu postasse, é importante pra mim e me faz uma falta gigantesca.
Conheço o Dani a exatos, ou nem tão exatos assim, dois anos e meio. Ele foi meu amigo, namorado, irmão, companheiro, inimigo, e todas as outras qualidades ou não que uma pessoa pode ser pra alguém, ou significar pra alguém. Nossos caminhos se cruzaram de modo engraçado, ou nem tão engraçado assim. Nos encontravamos todos os dias no colégio. Ele conhece a minha melhor e pior forma, meus piores e melhores dias. Meus vícios, manias. Meus defeitos e talvez algumas qualidades. Ele me conhece a ponto de poder escrever uma biografia de mim.
Não importa a felicidade que ele seria capaz de me proporcionar com uma mentira, ele nunca mentiria. Preferia me ver aos prantos e me amparar com uma verdade. Do que me ver vivendo a doce ilusão de uma mentira. Quando agia erroneamente, adivinha quem me dava bronca? quem me aconselhava? sim, era ele. Ele e a Mylena Lima. E veja a coincidência: note na foto quem são os dois que estão me abraçando? Sim, minhas duas bases, meus portos seguro. Essa foto, foi escolhida por acaso. em meio de milhares que tiramos. Não há um motivo especial por ter escolhido ela. Simplesmente, só achei a mais bonita.
Neste intercâmbio que o Dan esta fazendo, oro pelo menos uma vez ao dia, para que ele esteja feliz. Ele merece. Oro pra que ele encontre amigos, amigos como ele é pra mim, amigos inesquecíveis e que deixam saudades. Amigos fieis, leais e acima de tudo: sinceros! como ele.
Me sinto sozinha, falta um pedaço de mim as vezes. Minhas amigas sempre perto, meus amigos também. Porém, você sempre sente a falta de alguém, daquele que não esta lá. Daquele que a três meses atrás lhe fazia rir, lhe dava um ombro para chorar.
Amigo, como prometido, estarei te esperando. Morando no norte, sul, centro ou nordeste. Eu voltarei pra te ver, eu estarei lá. Jamais te abandonarei.
Meu amigo, irmão. Pra sempre, e sempre.
Um beijo e um abraço daquela que te ama muito, Edmara Correia.
domingo, 9 de outubro de 2011
Uma tarde em Oldenburg
Domingo, 10:11am. Me pergunto o porque de estar acordado essa hora, sendo que cheguei acabado em casa e meu dia de ontem foi uma aventura. Meu dia foi muito intercambista.
Geralmente eu faço de conta que sou escritor nos meus momentos de depressão. Quando eu acho que não vou conseguir e penso em desistir. Mas não será apenas sobre coisas ruins que vou escrever. Claro que nem tudo de bom pode ser escrito. Primeiro, não gostaria que certas pessoas tivessem esse atrevido conhecimento sobre o que eu faço ou deixo de fazer aqui, e, segundo, eu não sou capaz o suficiente de demonstrar com tanta exatidão e emoção, ao ponto de todos conseguirem sentir o que eu senti. Mas é bom! Tudo tem o lado ruim. No intercâmbio a maioria das coisas são difíceis e você está aqui para crescer. Mostrar o seu lado independente e ir à luta. Provar pra todos que você consegue morar "sozinho" um ano, passar por torturas psicológicas e resistir. Resistir porque você é forte e optou por isso. Esse ano é o ano de se descobrir.
Mais um final de semana chegou e como a música diz "Em casa é que eu não vou ficar" dito e feito. Sábado, precioso e congelado sábado. Ontem foi um dia tipo aqueles que você olha pela janela e vê aquele sol queimando tudo -até entender que o termômetro marca apenas 10ºC.- e diz: É HOJE. Problema com o frio até agora eu só tive todos possíveis, e nenhum deles me empediu de fazer o que tive vontade. Tempo bonito e ensolarado é fake. Quando eu pensava que o dia seria gostoso, no meio do pensamento uma descarga de agua descia do céu. Era uma forma de São Pedro tirar uma com minha cara.
Depois do café da manhã eu me arrumei, convidei meu irmão para sair comigo e por causa do tempo indeciso ele preferiu ficar em casa (E pensando bem foi até bom...). Uma missão impossível nesse Outono é achar roupa suficiente quando você é brasileiro e não tem noção do frio Europeu. Peguei o que tinha pra hoje, no caso, ontem! Deu certo. Me proteji legal.
Saindo de casa junto com minha Amigona Emille, partimos para estação de ônibus, mais conhecida como rodô. Até então tudo conspirava ao nosso favor ou pelo menos parecia. Aquele sol que disse no começo continuava e teve algumas pancadas de chuva mas nada tão preocupante a chegar pensar em ficar em casa, só que naquela hora, no momento que saí de casa tudo foi diferente. Choveu. Choveu pra valer, com toda a força que não podia ter acontecido. Correr foi a nossa unica alternativa. Molha mais, mas chega primeiro. Esperamos. O ônibus chegou. Andamos um pouco no centro e pra Oldenburg partimos. Dormi a viagem inteira..
Em Oldenburg foi frio. Eu estava um pouco molhado ainda... Encontramos alguns amigos. Amigos brasileiros e outros do resto do mundo. Por algumas horas todos se separaram. Uns foram comer, outros (eu) fui ver uma exposição bem legalzinha parecida com a que tem na minha região no Brasil (Expo Londrina). O telefone tocou e o resto do pessoal estava convidando a gente para ir na casa de um outro intercambista, porque você já sabe, né...
Depois de andar e aguentar o vento gelado na cara, finalmente chegamos no destino final. Ficamos todos conversando. O ambiente era quente e confortável -os detalhes dessa parte precisam ser pulados por questão de segurança.- Ficamos umas 4 horas aproximadamente curtindo. Tempo necessário pra esquentar... Voltando pra exposição, tudo bacana. Fotos, brinquedos, zuação, brasileiros, e você não é capaz de imaginar como é bom estar junto. Enquanto está todos juntos é uma maravilha, mas cada segundo que passa é um a menos que você pode ficar junto.
A hora de ir embora chega.. é triste, fica um vazio no peito, você não quer voltar. Você sinceramente pensa em mil e uma estratégias, rota de fuga e coisas nesse sentido só pra poder ficar um pouco mais com eles..Mas impossível, e uma coisa que eu não desejo ter aqui são problemas com a família, portanto, preciso fazer tudo corretamente.. ou.. tentar... eu tinha dito que voltaria no último ônibus. Aproximadamente 30 minutos antes do horário de saída nós fomos para a Rodoviária comprar nossa passagem e comer alguma coisa.
Eu queria que tudo tivesse acontecido como o planejado, mesmo sabendo que quando planejamos as coisas na maioria das vezes não dá certo. O ônibus para minha cidade sairia de lá 11:36pm e eu tinha certeza disso porque olhei na internet em casa, na casa do intercambista e comprei a minha passagem na máquina e tinha o horário. Todas as setas indicavam o caminho que eu tinha escolhido. Tudo estava perfeito. Até perceber que não tinha nenhum ônibus.
Eu não estava sozinho no ponto. Fiz amizade com duas alemãs que moram na minha cidade e estavam na mesma situação que eu. Os relógios marcavam 11:40 e um pouco de medo começava surgir dentro de mim. Eu não queria passar por aquilo. O pessoal que estava comigo na exposição apareceu, foram super amigáveis e eu agradeço o carinho que tiveram comigo. Nossa horas que eu costumo dizer "Te adoro, Mo". Piadinha interna que só os loucos sabem. hahaha. Então, eu perdi o meu ônibus. Pensei que teria que dormir na rodoviária igual eu queria alguns dias atrás, mas sinceramente eu não tenho coragem. Mas as amigas alemãs eram legais. Nem todo alemão é frio. Nem todo alemão gosta de cerveja também.
Independente do que aconteceu, eu adorei ter passado o meu sábado em Oldenburg. Não importa o final que teve. Cheguei bem em casa, viemos de carona com um amigo das meninas. Chegamos em 20 e pocuso minutos uma viagem que duraria cerca de 1 hora de ônibus. A Velocidade mínima foi 110km numa curva.. e sim, aqui não tem limite de velocidade, então, imagina. Acho que foi mais ou menos assim o meu dia. Foi ótimo novamente...
Geralmente eu faço de conta que sou escritor nos meus momentos de depressão. Quando eu acho que não vou conseguir e penso em desistir. Mas não será apenas sobre coisas ruins que vou escrever. Claro que nem tudo de bom pode ser escrito. Primeiro, não gostaria que certas pessoas tivessem esse atrevido conhecimento sobre o que eu faço ou deixo de fazer aqui, e, segundo, eu não sou capaz o suficiente de demonstrar com tanta exatidão e emoção, ao ponto de todos conseguirem sentir o que eu senti. Mas é bom! Tudo tem o lado ruim. No intercâmbio a maioria das coisas são difíceis e você está aqui para crescer. Mostrar o seu lado independente e ir à luta. Provar pra todos que você consegue morar "sozinho" um ano, passar por torturas psicológicas e resistir. Resistir porque você é forte e optou por isso. Esse ano é o ano de se descobrir.
Mais um final de semana chegou e como a música diz "Em casa é que eu não vou ficar" dito e feito. Sábado, precioso e congelado sábado. Ontem foi um dia tipo aqueles que você olha pela janela e vê aquele sol queimando tudo -até entender que o termômetro marca apenas 10ºC.- e diz: É HOJE. Problema com o frio até agora eu só tive todos possíveis, e nenhum deles me empediu de fazer o que tive vontade. Tempo bonito e ensolarado é fake. Quando eu pensava que o dia seria gostoso, no meio do pensamento uma descarga de agua descia do céu. Era uma forma de São Pedro tirar uma com minha cara.
Depois do café da manhã eu me arrumei, convidei meu irmão para sair comigo e por causa do tempo indeciso ele preferiu ficar em casa (E pensando bem foi até bom...). Uma missão impossível nesse Outono é achar roupa suficiente quando você é brasileiro e não tem noção do frio Europeu. Peguei o que tinha pra hoje, no caso, ontem! Deu certo. Me proteji legal.
Saindo de casa junto com minha Amigona Emille, partimos para estação de ônibus, mais conhecida como rodô. Até então tudo conspirava ao nosso favor ou pelo menos parecia. Aquele sol que disse no começo continuava e teve algumas pancadas de chuva mas nada tão preocupante a chegar pensar em ficar em casa, só que naquela hora, no momento que saí de casa tudo foi diferente. Choveu. Choveu pra valer, com toda a força que não podia ter acontecido. Correr foi a nossa unica alternativa. Molha mais, mas chega primeiro. Esperamos. O ônibus chegou. Andamos um pouco no centro e pra Oldenburg partimos. Dormi a viagem inteira..
Em Oldenburg foi frio. Eu estava um pouco molhado ainda... Encontramos alguns amigos. Amigos brasileiros e outros do resto do mundo. Por algumas horas todos se separaram. Uns foram comer, outros (eu) fui ver uma exposição bem legalzinha parecida com a que tem na minha região no Brasil (Expo Londrina). O telefone tocou e o resto do pessoal estava convidando a gente para ir na casa de um outro intercambista, porque você já sabe, né...
Depois de andar e aguentar o vento gelado na cara, finalmente chegamos no destino final. Ficamos todos conversando. O ambiente era quente e confortável -os detalhes dessa parte precisam ser pulados por questão de segurança.- Ficamos umas 4 horas aproximadamente curtindo. Tempo necessário pra esquentar... Voltando pra exposição, tudo bacana. Fotos, brinquedos, zuação, brasileiros, e você não é capaz de imaginar como é bom estar junto. Enquanto está todos juntos é uma maravilha, mas cada segundo que passa é um a menos que você pode ficar junto.
A hora de ir embora chega.. é triste, fica um vazio no peito, você não quer voltar. Você sinceramente pensa em mil e uma estratégias, rota de fuga e coisas nesse sentido só pra poder ficar um pouco mais com eles..Mas impossível, e uma coisa que eu não desejo ter aqui são problemas com a família, portanto, preciso fazer tudo corretamente.. ou.. tentar... eu tinha dito que voltaria no último ônibus. Aproximadamente 30 minutos antes do horário de saída nós fomos para a Rodoviária comprar nossa passagem e comer alguma coisa.
Eu queria que tudo tivesse acontecido como o planejado, mesmo sabendo que quando planejamos as coisas na maioria das vezes não dá certo. O ônibus para minha cidade sairia de lá 11:36pm e eu tinha certeza disso porque olhei na internet em casa, na casa do intercambista e comprei a minha passagem na máquina e tinha o horário. Todas as setas indicavam o caminho que eu tinha escolhido. Tudo estava perfeito. Até perceber que não tinha nenhum ônibus.
Eu não estava sozinho no ponto. Fiz amizade com duas alemãs que moram na minha cidade e estavam na mesma situação que eu. Os relógios marcavam 11:40 e um pouco de medo começava surgir dentro de mim. Eu não queria passar por aquilo. O pessoal que estava comigo na exposição apareceu, foram super amigáveis e eu agradeço o carinho que tiveram comigo. Nossa horas que eu costumo dizer "Te adoro, Mo". Piadinha interna que só os loucos sabem. hahaha. Então, eu perdi o meu ônibus. Pensei que teria que dormir na rodoviária igual eu queria alguns dias atrás, mas sinceramente eu não tenho coragem. Mas as amigas alemãs eram legais. Nem todo alemão é frio. Nem todo alemão gosta de cerveja também.
Independente do que aconteceu, eu adorei ter passado o meu sábado em Oldenburg. Não importa o final que teve. Cheguei bem em casa, viemos de carona com um amigo das meninas. Chegamos em 20 e pocuso minutos uma viagem que duraria cerca de 1 hora de ônibus. A Velocidade mínima foi 110km numa curva.. e sim, aqui não tem limite de velocidade, então, imagina. Acho que foi mais ou menos assim o meu dia. Foi ótimo novamente...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Sem expiração, sem emoção e como uma pedra.
Hoje cedo tive um tempo com alguém. Um alguém especial e que às vezes eu "esqueço" que existe. Eu tive um tempo comigo. Sentado no banco gelado do ponto de ônibus esperando a hora de ir pro colégio, eu percebi tantas coisas que estavam nítidas, e, eu fechava os olhos evitando vê-las. Cada dia que passa eu fico mais próximo do final. Do final do ano, do meu ano, da vida, talvez... eu tive medo e admito. Estar no meio do nada, sentindo o vento gelado bater no rosto, apertando as mãos dentro do bolso quente, ouvindo o som das folhas secas rastejarem pelo chão me fez algo de diferente. Na realidade eu devo ter isso todo tempo, como quando me pergunto "O que estou fazendo aqui?" e meu coração dispara numa batida frenética tentando sair daqui de dentro. Mas hoje foi frio. Hoje foi sozinho e longe do meu conforto. Longe de casa e de todos. Se a partir daquele momento eu precisasse de alguém para conversar, eu não iria ter. Se eu precisasse de alguma coisa, o que estaria ao meu dispor seria apenas dois livros e um estojo. Foi disso que tive medo. Ser fraco na hora errada ou forte demais quando um simples balançar de cabeça é o suficiente. A saudade. Lembrar dos amigos, lembrar da voz da irmã(o), o sorriso do avô, o abraço da avó. Lembrar do que você fazia todos os dias e sempre cercado de gente. Lembrar, lembrar.. pra quê? São só lembranças. Estão guardadas aonde ninguém pode tirar, isso me conforta. As palavras vêm acompanhas de lágrimas e quando elas acabam tudo fica bem.
Hoje cedo tive um tempo com alguém. Um alguém especial e que às vezes eu "esqueço" que existe. Eu tive um tempo comigo. Sentado no banco gelado do ponto de ônibus esperando a hora de ir pro colégio, eu percebi tantas coisas que estavam nítidas, e, eu fechava os olhos evitando vê-las. Cada dia que passa eu fico mais próximo do final. Do final do ano, do meu ano, da vida, talvez... eu tive medo e admito. Estar no meio do nada, sentindo o vento gelado bater no rosto, apertando as mãos dentro do bolso quente, ouvindo o som das folhas secas rastejarem pelo chão me fez algo de diferente. Na realidade eu devo ter isso todo tempo, como quando me pergunto "O que estou fazendo aqui?" e meu coração dispara numa batida frenética tentando sair daqui de dentro. Mas hoje foi frio. Hoje foi sozinho e longe do meu conforto. Longe de casa e de todos. Se a partir daquele momento eu precisasse de alguém para conversar, eu não iria ter. Se eu precisasse de alguma coisa, o que estaria ao meu dispor seria apenas dois livros e um estojo. Foi disso que tive medo. Ser fraco na hora errada ou forte demais quando um simples balançar de cabeça é o suficiente. A saudade. Lembrar dos amigos, lembrar da voz da irmã(o), o sorriso do avô, o abraço da avó. Lembrar do que você fazia todos os dias e sempre cercado de gente. Lembrar, lembrar.. pra quê? São só lembranças. Estão guardadas aonde ninguém pode tirar, isso me conforta. As palavras vêm acompanhas de lágrimas e quando elas acabam tudo fica bem.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Caro amigos...
Caros amigos, eu sei que vocês estão cobrando de mim mais posts, só que eu estou sem tempo e inspiração para escrever. Eu não sou um escritor profissional, logo, não é naturalmente que as palavras saem de mim. Preciso de um esforço, um sentimento, um acontecimento que seja suficiente para tocar o meu lado escritor de meia tijela e suficiente também para puxar aquilo que nos meus dias de paz eu oculto e finjo não ver. Mas vou tentar, prometo.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Ser um intercambista às vezes não tem sentido. Tudo tem um porquê, uma solução, uma meta a cumprir e sem querer tudo isso some, vai embora. Você perde a consciência e se questiona toda hora. Quando tudo soa bem, a música toca seus ouvidos e a felicidade te preenche, você diz dá boca pra fora meias verdades, porque estar bem e não querer voltar para sua realidade é surreal. Eu tento me convencer que é ótimo e por na minha cabeça bons momentos que aqui passei, mas vem um banho de água fria, um nó na garganta sufocando, porque tudo que é bom dura pouco. O que geralmente fazia bem, agora faz mal. O teu corpo implora, mas não dá, você não sabe.
Aqui é bom, só que é o ótimo que você sempre deseja ter. Uma coisa compensa a outra. A contradição é a melhor amiga, a dúvida é a conselheira e o medo dorme do seu lado. Eu não sou pessimista, eu não acho que tudo isso é em vão, só que parar pra pensar é assustador. Conseguir ser moldado e seguir conselhos é fácil. Se moldar e seguir os conselhos próprios é cruel. Não saber distinguir o certo do errado e mesmo assim continuar fazendo é de arrepiar a alma. Faz perder o sentido pensar demais e repetir demais.
Espero que o pouco que sei sobre a vida seja útil pra me fazer chegar lá. É um labirinto escuro no meio do dia. Todos sentimentos ficam mais a mostra, vuneráveis. Você aprende a relevar.
Eu não sei como é o fim, mas, depois disso tudo que você passa, você cresce. Vai menino e volta homem...
Aqui é bom, só que é o ótimo que você sempre deseja ter. Uma coisa compensa a outra. A contradição é a melhor amiga, a dúvida é a conselheira e o medo dorme do seu lado. Eu não sou pessimista, eu não acho que tudo isso é em vão, só que parar pra pensar é assustador. Conseguir ser moldado e seguir conselhos é fácil. Se moldar e seguir os conselhos próprios é cruel. Não saber distinguir o certo do errado e mesmo assim continuar fazendo é de arrepiar a alma. Faz perder o sentido pensar demais e repetir demais.
Espero que o pouco que sei sobre a vida seja útil pra me fazer chegar lá. É um labirinto escuro no meio do dia. Todos sentimentos ficam mais a mostra, vuneráveis. Você aprende a relevar.
Eu não sei como é o fim, mas, depois disso tudo que você passa, você cresce. Vai menino e volta homem...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Eu quero muito escrever sobre a primeira orientação dos intercambistas, mas eu não estou com criatividade pra isso. Portanto vou escrever de qualquer jeito, talvez até abreviado.
Sábado (10) foi a semana esperada por muitos. A nossa primeira orientação foi o melhor que aconteceu até agora.
Quando eu cheguei lá, realmente não conhecia muita gente e estava um pouco tímido. As minhas amigas que moram aqui na minha cidade já tinham chego e estavam conversando com outras pessoas, fazendo amizades. Eu tive sorte. Elas me ajudaram, colocaram as minhas malas em um quarto. (Isso foi desnecessário, eu sei)
Depois eu conheci os brasileiros que conversam comigo no grupo "BRASUCAS DO 1850" e sendo muito sincero, não sabia o nome de quase nenhum. Acho que reconheci só o Gustavo, a Victoria e a Mari de salvador. Ela parece muito uma prima de uma grande amiga do Brasil. Depois de todos amigos, do ambiente lotado de etnias, cores e pessoas falando, se conhecendo e tudo mais, a reunião começou.
A reunião, na opinião dos intercambistas ou maioria deles, não teve nada de tão importante assim. Ela foi bem chata e depois tivemos que sair da sala e apenas os pais ficaram. Devem ter falado um monte de coisa sobre o que podem ou não podem deixar nós fazermos. Fala sério. Se fosse por em prática tudo que o Rotary quer esse ano não viraria o melhor de nossas vidas. Enfim, nem sempre as coisas são como deveriam ser! #FIKDIK
Tivemos que criar uma apresentação. Eu sinceramente me senti um intercambista naquela hora. Só de lembrar todos nós cantando na frente dos alemães, mostrando para eles o que é ser brasileiro, mostrando o que é um abraço de verdade, me dá um arrepio. Eu to sentindo falta disso. Queria de novo e de novo..
Mas vocês acham que tudo foi rápido e fácil de fazer? Não teve nada fácil e muito menos rápido. Foi do jeito brasileiro. Maravilhoso. Ficamos numa sala separados escolhendo o que apresentar. Resolvemos cantar 3 músicas de estilos diferentes. Não era a melhor apresentação para mostrar, mas era a que o tempo nos permitia.
Nós entramos cantando bem baixo "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça..." até chegar no palco, parar um do lado do outro e começar a cantar as outras duas. A melhor parte foi na segunda-feira. Eu lembrando no colégio que cantamos "Sou Foda". Eu não tinha tido a noção disso ainda. Ri muito, sozinho, mas muito mesmo. Foi engraçado. E sobre a música da entrada, ela foi legal. Eu fiquei arrepiado na hora de cantar e quando lembro, me arrepio também. São coisas que nunca dei valor na minha vida, nunca prestei atenção na letra e no que ela quer dizer, mas agora eu consigo ver a falta que me faz o Brasil. O nosso abraço no final foi o melhor. Estou ARREPIADO. Reparem que dei ênfase no arrepiado. Isso significa que estou muito mesmo. Se a minha amiga Vi Cunha tivesse perto, ela teria feito algum comentário, certeza. (Isso foi desnecessário também, mas eu tive que escrever.. lembro da Vic o dia todo.)
Fomos para o alojamento carregando as malas. Eu juro pra vocês que meus ombros estão doloridos até hoje por causa daquela brincadeirinha de sleepover. Pensava que era um hotel, ou qualquer coisa do tipo. Pô, paguei 10 euros. Sabe quantos reais isso dá? É o preço de meia diária, caramba. Mas ingênuo sou eu. O hotel foi uma quadra que tinhamos que pisar nela sem tênis para não estragar. Nosso tênis? Não! Com certeza, não. A quadra, claro, bonita. Depois derrubaram refrigerante, e eu não vou falar que foi um brasileiro. Echt!
A tão esperava festa.. nossa, já que pagamos 10 euros, e dormimos numa quadra, a festa foi na balada. Sim!! Na balada do ginásio com um milhão de luzes acesas iluminando até o vento que passava. Não reclamo do lugar, porque foi muito divertido. Eu reclamo dos 10 euros que paguei pra comer cachorro-quente e no café da manha pão com queijo. Aquele tipo de queijo todospõeamão. É delicioso. Tem gosto de americanas, franceses, brasileiros e outras etnias que tinham lá... Não foi engraçado, eu sei, mas tive que postar isso.
Depois da balada sensacional, que dancei muito e zuei pra caramba, eu fui comer numa pizzaria que tinha em frente do alojamento. Eu fui de cueca pra lá. Eu fui cantado por uma velha lá. Lá aconteceu várias coisas lá. hehe
Depois da pizzaria fui conhecer a região escondido. Segui alguns Rotex até umas 2 quadras e voltei. Depois disso foi tudo muito bom. Eu curti pra caramba.
Voltando para o alojamento, ficamos conversando até quase seis horas da madrugada. Quando eu percebi as horas eu fui dormir. Até então, pra mim era duas da manha.
No Domingo (11) foi tudo legal. Arrumamos as coisas e comemos o pãozinho e cada dia, amém. As horas passaram voando e acabou. Me despedi de alguns amigos, quis chorar, rir, e ficar lá para sempre, mas isso é impossível, então tive que ir para rodoviária. Apesar dos momentos ruins que você, com certeza, tem nesse ano, o importante é lembrar que um monte de gente está passando pelo menos. Uma dica: Crie um grupo no facebook. Ajuda muito! Ainda mais quando esse grupo é feito de 25 brasileiro desesperados e querendo falar português. Eu sei que esse final não ficou muito bom e que dei uma super resumida, mas é que está tarde. Faz duas horas que estou escrevendo já. Acho que deu pra entender como foi um final de semana com 25 brasileiros e 90 intercambistas. Pra hoje tá bom. Eu sei que terei muito mais pra contar.
Esqueci de contar que passar um final de semana com essa galera é a melhor coisa e que te deixa RENOVADO. Eu vou precisar disso todo mês.
| Somos em 25 brasileiros. Não poderia ser melhor! |
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Eu não entendo como isso é possível. Eu me "loto" de sentimentos. Talvez essa expressão que eu usei não seja a mais correta para isso, mas, eu literalmente me canso do que sinto. Eu não sou o tipo de pessoa que vai abrindo uma válvula imaginária e a raiva, o desespero, o medo, a felicidade, vão saindo como se fosse fácil e rápido. A comparação mais próxima que acho para mim, é de um aspirador de pó. Ele limpa o lado de fora, mas a sujeira ainda está lá. Não espalhada pelo ambiente, mas ela ainda existe. Sempre ele tenta esconder o feio, o sujo e nem sempre ele coloca pra fora de novo. Vai acumulando, lotando, enchendo. Comigo é mais ou menos isso. Aqui eu pretendo passar a mais bela imagem do Brasil, de como um brasileiro é. Mas apesar de até agora eu ter conseguido conviver com pessoas que não falam a minha língua e de não estar no meu habitat, eu consegui. Consegui ser eu mesmo, estou conseguindo ser bom, ser educado, legal, mas humano. Não pretendo me transformar num robô e viver a base de regras e mais regras. A questão também não é essa. Desde que me conheco por gente um grande defeito meu é ser bom demais, tolerar de mais e juntar demais. Se eu tivesse a válvula pra mandar embora o que sinto sem jogar em cima de alguém, seria melhor, mas as coisas não são assim. Todos os dias um turbilhão de informação passa pela minha cabeça. A cada palavra nova que eu aprendo, a cada bronca que eu levo, a cada comparação, crítica, tudo que eu faço tem um resultado e na maioria das vezes eles são bons. Não costumo me irritar facilmente e quando alguém tem a infelicidade de conseguir me fazer perder a cabeça, eu simplesmente me retido do lugar, me tranco no meu quarto e ignoro. Isso não quer dizer que toda vez que fico no quarto é porque estou irritado com alguém.
Eu sei que já faz um mês e uma semana que estou aqui, nos primeiros dias eu sofri bastante e nada foi fácil. Quando eu digo fácil, eu quero dar ênfase em tudo mesmo. Talvez até chorando por dentro eu olhava sorrindo para as pessoas, sempre mostrando positividade, sempre deixando transparecer que eu estava feliz. Só que eu estava. Eu estou. A gente fica feliz e triste ao mesmo tempo. É tão difícil descrever um sentimento, tentar mostrar com palavras aquilo você não sabe e não consegue ver. Às vezes isso tudo mais parece um jogo que vai acabar em breve do que qualquer outra coisa. No final de tudo, do meu tudo, as coisas ficam bem. Antes do bem acontecer eu já explodi, falei o que não devia pra pessoa errada, e talvez até fiz alguma burrisse, mas eu não estou nem aí. Certas pessoas deveriam ter um senso mais aguçado, perceber o quão inconvenientes estão sendo, talvez isso resolveria o meu problema. Talvez isso mudaria muitas coisas. Eu sei que isso não vai acontecer, eu sei que a cada dia que passa eu vou aprender algo novo, vou me irritar, vou rir, vou acumular e depois jogar em cima de alguém. É um ciclo. O meu ciclo está quase completo, logo ele explode. Vivendo e aprendendo (a ter paciêncica)...
Depois de muita coisa escrita e nada do que eu realmente queria dizer ter saido com palavras, eu vou comer alguma coisa. Talvez na próxima vez eu consiga, talvez...
Eu sei que já faz um mês e uma semana que estou aqui, nos primeiros dias eu sofri bastante e nada foi fácil. Quando eu digo fácil, eu quero dar ênfase em tudo mesmo. Talvez até chorando por dentro eu olhava sorrindo para as pessoas, sempre mostrando positividade, sempre deixando transparecer que eu estava feliz. Só que eu estava. Eu estou. A gente fica feliz e triste ao mesmo tempo. É tão difícil descrever um sentimento, tentar mostrar com palavras aquilo você não sabe e não consegue ver. Às vezes isso tudo mais parece um jogo que vai acabar em breve do que qualquer outra coisa. No final de tudo, do meu tudo, as coisas ficam bem. Antes do bem acontecer eu já explodi, falei o que não devia pra pessoa errada, e talvez até fiz alguma burrisse, mas eu não estou nem aí. Certas pessoas deveriam ter um senso mais aguçado, perceber o quão inconvenientes estão sendo, talvez isso resolveria o meu problema. Talvez isso mudaria muitas coisas. Eu sei que isso não vai acontecer, eu sei que a cada dia que passa eu vou aprender algo novo, vou me irritar, vou rir, vou acumular e depois jogar em cima de alguém. É um ciclo. O meu ciclo está quase completo, logo ele explode. Vivendo e aprendendo (a ter paciêncica)...
Depois de muita coisa escrita e nada do que eu realmente queria dizer ter saido com palavras, eu vou comer alguma coisa. Talvez na próxima vez eu consiga, talvez...
domingo, 4 de setembro de 2011
Hoje é domingo, nada muito diferente do Brasil, aquele tédio que todos passam aí, nós passamos aqui também. Mas pra falar de tédio não precisa de texto, por isso, não vou comentar nada de hoje, e sim, de ontem.
Andando pelas ruas encontrei várias estátuas e uma delas me chamou mais atenção. Ela representa as classes feudais dá época medieval. A época do feudalismo. A história é o seguinte:
Nesta história, um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, abandonam-nos e decidem ir para Bremen, uma cidade onde conhecerão a liberdade. No caminho para Bremen, vêem luz numa casa; espreitam dentro e vêem quatro ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição, e deitam-se para dormir.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Hoje se completou um mês fora de casa. Na realidade eu não teria percebido se não fosse a minha host mãezinha me avisar que amanhã faria um mês aqui e a minha mãezinha que hoje fez um mês que saí de casa.
A saudade hoje não é tanta como no começo, e, talvez ela acabe diminuindo ainda mais.
Deixando esse assunto chato pra lá, vou comentar rapidamente sobre como foi essa semana..
Como todos puderam ver, presentes para mim não faltou. Ainda não tirei todo de tudo. Tem um mouse, umas outras canetas, material escolar, a câmera e o notebook. Todos presentinhos que eu dei pra mim mesmo. Poxa, eu mereço. Fui duas vezes fazer compras no centro. Eu tive um pouco de sorte. Encontrei lojas com descontos. Na camiseta do meio eu paguei 3 euros, já nas duas outras foi um pouco mais caro, tipo uns 6 euros cada. O estojo de canetas da stabilo que foi ótimo ter comprado. Nada mais do que simples 7,99 euros. No Brasil seria uns 50 reais (?) não tenho noção de preço.
Agora já chega de escrever. Minha criatividade está acabando, se é que eu tenho isso.
Esqueci de falar sobre a pantufa, mas essa fica pra uma outra... beijos!
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